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Professor precisa de condições dignas para desempenhar bem a sua função

Se você vai ao médico, o doutor precisa de uma série de instrumentos, estrutura e serviços para poder te atender e, possivelmente, curar.
Precisa do consultório, onde se encontram instrumentos tais como estetoscópio, aparelho de pressão entre outros.
Precisa de limpeza, asseio, pia com água corrente, luvas.
Se ele precisa de exames, te encaminha para um lugar onde possa fazê-los, onde tenha máquinas de raio-x, de tomografia, de ultrasonografia.
Se ele acha que você tem que tomar tais e tais remédios ou tem que fazer este ou aquele procedimento, te indica e assim se faz.
Mas as pessoas que vão ao médico geralmente vão porque estão precisando e, portanto, querem ir, não são obrigadas e fazem o que ele prescreve.
Se a pessoa não fizer e piorar ou mesmo morrer, não se culpará o médico.

Se você vai ao mecânico levar seu carro, o mecânico precisa de uma série de ferramenteas e equipamentos para averiguar o que acontece.
Precisa de chaves para parafusos, lanterna, macacos, bombas de ar, medidores de óleo.
Precisa também de um local apropriado, uma oficina com espaço, ajudantes, equipamentos que possam fazer força, até mesmo levantar o carro a uns metros do chão.
Se ele diz que seu carro precisa de óleo novo, de uma limpeza no motor, de novos fluidos de freio e, quiçá, trocar a repimboca da parafuseta, pois ela está gasta, assim se faz.
Você não é obrigado a levar seu carro lá, leva porque está precisando, mesmo sem gostar disso, pois sabe que um carro com problemas pode te deixar na mão ou, pior, causar um acidente.
Se o mecânico te indica uma série de procedimentos a realizar em seu automóvel, você faz.
Se não fizer e sofrer um acidente, não poderá culpar o mecânico.

Se você pretende construir uma casa ou reformar a que já tem, solicita um profissional, seja ele um arquiteto, um engenheiro ou mesmo um mestre de obras competente.
Ele vai averiguar as obras a fazer e te indicar uma série de materiais a comprar para fazer a construção.
Ele pode indicar, inclusive, marcas que considera melhores e mais seguras. Te diz que precisa reforçar aqui ou ali, colocando mais sustentação na sua moradia.
Você faz o que ele indica, pois que ele é o profissional entendido no assunto.
Se você não fizer e sua casa sofrer uma avaria por conta disso, não culpará o construtor.

Os professores dizem que precisam disso ou daquilo. Mas oferecem-nos aquilo outro e nos dizem: “façam milagres com o que te damos!”. “Resolvam o mundo, ensinem as crianças a ser cidadãos com isso que lhes demos!”
Esse é o recado que recebemos.
Mas, ora, se dissemos que necessitamos de um emprego com salário decente para não termos que nos virar com 3, 4 ou 5 empregos, é porque assim o necessitamos para desenvolver nosso trabalho.
Se dissemos que necessitamos de tempo fora de sala para planejamentos, estudos, pesquisas, correções e melhoras em nosso trabalho, é porque isso se faz extremamente necessário ao bom andamento das aulas.
Se dissemos que necessitamos de uma escola bem estruturada, com materiais pedagógicos, tecnológicos, salas confortáveis e atraentes, espaços para as crianças brincarem, menos alunos por turma, outros profissionais para nos ajudarem no batente (pedagogos, psicólogos, inspetores, etc.), é por que assim é necessário para o bom andamento do processo de ensino-aprendizagem.
Ora, “ensinar” não é um processo mecânico, não tem uma regra definida nem um método eficaz cientificamente comprovado! Cada caso é um caso, cada escola é única, cada professor tem seu jeito, cada turma se relaciona de formas diferentes, cada pessoa é um mundo à parte. É um universo que tem que ser desvendado a cada dia.
E, para isso, necessitamos de uma série de recursos (financeiros ou estruturais) que, se não nos derem, não conseguiremos fazer o que devemos.
Sem termos um cabedal de possibilidades, não podemos dispor deles – porque não os temos – para fazer as adaptações, consertos, desvios de rota, encaixe, melhoras aqui e ali necessárias diariamente.
Repito: essas são necessidades diárias!
Então, dão-nos uma sala com os alunos sentados nas carteiras, um quadro-não-mais-negro (porque agora, em muitas escolas é branco) à frente e nos dizem: ensinem!
Virem-se. Ensinem tudo aquilo que a família não fez. Mudem as crianças que o Estado abandonou. Transformem em cidadãos capazes, com o que te damos, estes que relegamos.
Ora, fazemos, sim, com prazer, pois sentimos prazer em fazer isso.
Mas PERGUNTE-NOS DO QUE PRECISAMOS!
Que materiais queremos? Quanto tempo precisamos? Quantos damos conta? O que a escola precisa ter? Qual a estrutura física e temporal a escola deve ter, professores, para que vocês possam fazer seus trabalhos com competência?
Os alunos NÃO SÃO máquinas as quais ao passarem pela esteira das séries podemos inserir peças de conhecimentos em seus cérebros!
E nós não somos operários que não sabem pensar, mas somente realizar aquela pequena função de inserir aquela peça específica no cérebro do aluno máquina, naquela determinada parte da esteira-série.
Portanto, sabemos do que necessitamos.
Deve-se lembrar, por fim, que, ao contrário dos exemplos citados no início, os alunos em sua maioria NÃO ESTÃO na escola por livre e espontânea vontade. NÃO ESTÃO lá porque querem, mas porque são obrigados.
Eles não estudam porque querem (o que é natural em suas idades de querer brincar e namorar).
Portanto, temos que ficar o tempo todo receitando, dizendo, pedidndo, mandando, solicitando, estimulando-os a estudar.
E, se não fazem e não aprendem, ainda por cima querem nos culpar?!?
Francamente…
Abraços,
Declev Reynier Dib Ferreira
Professor, mecânico, médico, pesicólogo, construtor, artista…








Autor: Professor da Educação Infantil

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